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Dicas do Jalapão

ATRAÇÕES NO JALAPÃO:

Cachoeira da Velha: Cachoeira da Velha é a maior cachoeira do Jalapão e uma das suas principais atrações. Nela, as águas correm em grande quantidade, despencando por duas quedas em formato de ferradura, cada uma com mais de 20 metros de largura. Um espetáculo imponente, em que a natureza mostra sua exuberância e toda a sua força. Por uma trilha pequena é possível chegar a uma prainha, de águas calmas e doces, cercadas por matas de galeria.

Cachoeira da Formiga: esta pequena queda d’água está cercada por árvores, samambaias e moitas de palmeiras nativas. A principal atração é a piscina natural de tom verde-esmeralda que se forma no pé da cachoeira.

Região dos Lagos e Praias do Cantão: a região do Cantão é uma área de transição entre a aparente aridez do cerrado e a exuberância da Floresta Amazônica. O resultado desse exótico encontro é um espetáculo cênico que aguça nossos sentidos. Para conhecer a Região Lagos e Praias do Cantão, visite as cidades de Caseara, Pium e Araguacema.

Caseara: porta de entra para o Parque Estadual do Cantão, com fauna e flora ricas e recursos hídricos abundantes. Suas praias, ao longo dos rios Caiapó, Coco, Araguaia e de seus diversos lagos, abrigam grande variedade de peixes e aves. No período da seca as águas baixam e  formam cerca de 830 lagos e 156 km de canais navegáveis. Na cheia, esses lagos se unem, formando um só corpo d’água. Esses sistemas de lagos circundados pela vegetação ciliar são moradias para jacarés, ariranhas, tartarugas, diversas aves e peixes.

Araguacema: às margens do Rio Araguaia, a cidade é privilegiada, pois nos meses de junho a setembro são formadas dezenas de praias, lagos e ilhas belíssimas. Muitos rios, com enorme variedade de peixe, banham o município. Cestas, bolsas, bonecas de pano e tapetes estão entre as peças produzidas pelos artesãos locais. Sabores fortes do cerrado dão o tempero marcante à culinária. Não deixe de experimentar peixe na brasa, arroz com pequi, Maria Isabel (carne seca com arroz), chambaril, beira rubu (cabeça de vaca cozida na lata com farinha de puba), bacaba (fruta, suco ou pode acompanhar a carne), murici e “peixe no trisca”.

Rio Araguaia: além da beleza de suas praias e paisagens, possui grande diversidade de peixes e mata ciliar bem preservada, o que atrai inúmeras espécies de pássaros. O rio faz divisa natural entre os estados de Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Pará, mede 2.114 km e é considerado um dos mais populosos em peixes do mundo.

Lago da Tartaruga: a beleza do lugar convida à contemplação e à observação da fauna e da vegetação. O local é quase que exclusivamente freqüentado pelo público da região para a prática da pesca esportiva, independente da época do ano.

Praia da Gaivota: recebe cerca de 10 mil turistas por fim de semana, durante os meses de temporada de praia. A infra-estrutura montada conta com instalações de água, energia, sanitários e equipamento de som.

Lajeado: a diversidade de atrativos faz de Lajeado um local privilegiado, com grande oferta de esportes aquáticos e de montanha.

Natividade: o ciclo do ouro marcou a história da mais velha e tradicional cidade do Tocantins. A arquitetura dos seus casarios coloniais e as ruínas da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, são atrativos seculares que remetem ao passado de lutas e glórias. Natividade é a única cidade tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional do Estado, e em seu roteiro de festas religiosas tem destaque para as festas do Divino Espírito Santo e Romaria do Senhor do Bonfim. Encontra-se ainda igrejas do século XVIII, danças folclóricas como a sússia e a congada, além de tambores e catieiros, expressões da tradição local.

Dianopólis: fundada nos tempos em que o ouro era primordial para manutenção da economia, Dianopólis, antiga São José do Duro, é um dos municípios mais charmosos e ricos historicamente. A “Cidade das Dianas”, como também é conhecida em homenagem às irmãs custodianas, também é marcada por sagas de famílias, em episódios de disputas de poder entre chefes políticos da região no início do século XX. Sua gastronomia tem a excelência do arroz sirigado (carne-de-sol com arroz e pequi) e a tradicional paçoca. No artesanato, o destaque vai para peças produzidas em barro, balaios, esteiras, bolsas, sofás e camas feitas da palmeira do buriti, além de peças em capim dourado.